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Grupo de trabalhadores poderá comprar a Varig
fonte : Folha de SP
08-Jun-2006


O TGV (Trabalhadores do Grupo Varig) pode comprar a Varig por R$ 1,010 bilhão (US$ 449 milhões). Nas duas etapas do leilão realizado hoje no Rio de Janeiro, essa foi a única proposta apresentada oficialmente. A Justiça terá 24 horas para analisar a oferta e decidir se é válida.

O valor representa pouco mais da metade do preço mínimo de US$ 860 milhões fixado pela Justiça para a venda da parte operacional da Varig, que inclui as linhas domésticas e internacionais.

O dinheiro, no entanto, será insuficiente para pagar os credores da empresa, que tem dívidas estimadas em R$ 7,9 bilhões.

Além disso, a associação de trabalhadores tem créditos a receber da empresa aérea e vai utilizar esses recebíveis para pagar pela Varig, reduzindo o montante que sobrará para os demais credores.

O montante de R$ 1,010 bilhão é dividido em R$ 225 milhões em créditos, R$ 500 milhões em debêntures e participação no lucro da companhia e R$ 285 milhões em dinheiro.

Fontes da Varig divulgaram que cinco empresas teriam interesse na compra. TAM, Gol, OceanAir e Céu Azul (do escritório de advocacia Ulhôa Canto, Rezende e Guerra, que representa um fundo de investimento) chegaram a se credenciar para apresentar propostas, mas não fizeram lances oficiais em nenhuma das duas etapas do leilão realizado hoje.

Na segunda etapa, o TGV foi o único a apresentar propostas. Na primeira parte, ninguém se interessou pela empresa.

Responsável pelo processo de recuperação judicial da empresa, o juiz Luiz Roberto Ayoub, da 8ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, deveria fixar um novo preço mínimo, mas decidiu levar a empresa a leilão de novo sem estipular um piso para a compra.

A empresa aérea poderia ser vendida integralmente --operação nacional e internacional, denominada Varig Operações-- ou separada --somente operações domésticas, chamada de Varig Regional.

Os preços mínimos iniciais eram, respectivamente, de US$ 860 milhões e US$ 700 milhões. Nos dois modelos de venda estavam excluídas as dívidas da companhia.

A Varig está em recuperação judicial desde junho do ano passado. Ela foi a primeira grande empresa do país a se beneficiar desse processo, que substitui a concordata, já que a Nova Lei de Falências foi aprovada no dia 9 de junho de 2005 e a empresa entrou com pedido no dia 17 daquele mês.

Esse instrumento de recuperação protegeu a Varig de ações movidas por credores, ajudou a empresa a continuar voando, a iniciar um processo de reestruturação e sobreviver até o leilão.


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