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Varig tem combustível para voar até sexta.
fonte : Estado de São Paulo
22-Jun-2006


O presidente da Varig, Marcelo Bottini, informou no início da tarde desta terça-feira que a companhia aérea conseguiu fechar com a BR Distribuidora um acordo que garante o fornecimento de combustível até sexta-feira. O executivo reuniu-se na manhã de hoje, com o juiz da 8ª Empresarial do Tribunal do Rio de Janeiro, Luiz Roberto Ayoub, responsável pelo processo de recuperação da Varig.

O combustível foi um dos problemas da Varig discutidos nesta reunião. Ainda há o problema da exigência de pagamento à vista da taxa de embarque que a Varig está cobrando dos passageiros. O fato é que a empresa aérea não está repassando à Infraero, caracterizando apropriação indébita. Segundo o presidente da Infraero, brigadeiro José Carlos Pereira, a Polícia Federal do Rio de Janeiro já recebeu orientação do Ministério Público para trabalhar na denúncia de apropriação indébita da taxa.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) também participa, no Ministério da Defesa, de reunião com presidentes das companhias aéreas para discutir um plano de contingência. A Infraero teme que possa haver um colapso na empresa.

Somado a esses problemas, há a expectativa sobre o pagamento do depósito de US$ 75 milhões, que deverá ser efetuado até sexta-feira pelos Trabalhadores do Grupo Varig (TGV). Ontem, o juiz Luiz Roberto Ayoub, da 8ª Vara Empresarial, que cuida da recuperação judicial da empresa, homologou a compra da Varig pelo TGV. O prazo para o pagamento do depósito foi um ultimato da Justiça para que a Empresa Nova Varig (NV), criada para representar o TGV no leilão da companhia, consolide a operação.

Ajuda do governo

Os representantes do TGV que estiveram hoje no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ficaram de apresentar amanhã à instituição um plano de negócios da companhia. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa da instituição BNDES. A expectativa, segundo fontes, é de que amanhã eles formalizem um pedido de financiamento de US$ 150 milhões. Esses recursos permitirão a recuperação das 16 aeronaves paradas por falta de manutenção. Atualmente, existem apenas 25 aviões da Varig em operação e 36 paradas. Desses, 16 estão em solo por falta de manutenção e 20 por causa de decisões judiciais.

O coordenador dos Trabalhadores do Grupo Varig, Marcio Marsillac, esclareceu que o sinal de US$ 75 milhões será aportado pelos investidores que integram o consórcio Nova Varig. Ele não quis revelar os nomes dos novos sócios. Contudo, Marsillac já havia afirmado ontem que, se não houver tempo hábil para que os investidores que fazem parte do consórcio NV liberem os recursos necessários para o pagamento do sinal de US$ 75 milhões até sexta-feira, haveria também negociação com o BNDES para um empréstimo-ponte com o BNDES.

Os sinais do governo não têm sido animadores. Hoje, o ministro da Defesa, Waldir Pires, disse que não deseja que a Varig entre em falência, mas completou: "se entrar, paciência. As pessoas vivem, as pessoas morrem. Assim também as empresas. Mas se for possível salvá-la, vamos tentar salvá-la". O ministro disse ainda que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva acompanha "com muito empenho" a negociação para a venda da Varig.


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