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Preços de passagens aéreas em alta
fonte : Gazeta Mercantil
14-Jul-2006


O aumento na procura por passagens aéreas no mês de julho somado à crise da Varig, que provocou uma concentração da oferta nas demais companhias, especialmente TAM, Gol, BRA e Ocean Air, faz com que os vôos saiam lotados, pressionando para cima o preço das tarifas.

De acordo com o diretor de assuntos internacionais da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav), Leonel Rossi Junior, os consumidores estão pagando até 8% a mais pelas tarifas desde o último dia 20 nas linhas domésticas. Ele ressalta que não são os preços dos bilhetes que estão subindo, mas que as companhias aéreas estão aplicando as tarifas mais caras, em função da demanda. "Conforme o avião lota, as empresas vendem as passagens mais caras. Isso é da lei do mercado", disse.

Na visão do diretor comercial da Maringá Turismo, Reifer de Souza Junior, uma das óbvias conseqüências do colapso da Varig no mercado foi o "sumiço" da aviação de baixa-tarifa. Com o recrudescimento da crise, "passagem baratinha" virou artigo escasso, obtido "só com muita antecedência". Segundo Reifer, se antes era preciso 10 dias de antecedência para achar as melhores tarifas, agora são necessários 25 dias.

Em linhas de forte demanda, como de São Paulo para Brasília, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Belo Horizonte, o aumento nos preços é evidente, afirma o presidente da Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa), José Zuquim. "Em algumas linhas, o que se vê, é que os passageiros estão pagando mais em função da crise da Varig".

Para as agências especializadas em contas corporativas, o problema central é achar lugar nos vôos. Fechar reservas para grupos virou tarefa impossível, devido à lotação das aeronaves induzida pela situação da Varig. "Já tínhamos dificuldade com a Varig operando normalmente. Agora, temos problemas mesmo nas reservas individuais", expôs o presidente do Fórum das Agências de Viagens Especializadas em Contas Comerciais (Favecc), Mauro Schwartzmann.

Delicada situação

Os agentes de viagem manifestam apreensão no que diz respeito a um eventual monopólio do mercado de aviação pela TAM e Gol, as duas maiores companhias aéreas do País. O consenso é o de que quanto menos concorrência, maiores são as chances de as tarifas subirem. "O ideal é termos quatro grandes empresas, como tínhamos antigamente com Varig, Vasp, Transbrasil e TAM", afirmou Leonel Rossi, da Abav.

Segundo Zuquim, se o mercado se cristalizar com o predomínio de TAM e Gol, "fica uma situação delicada, com possibilidade de aumento de preços". Para ele, o apoio a companhias menores, como BRA e Ocean Air, poderia impedir a concentração no mercado de aviação.

Apesar dos problemas que a Varig apresenta, as associações que representam o setor de turismo não estão orientando as agências a evitar trabalhar com a companhia, e apostam na sua recuperação.


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