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Crise terminará às 21h de segunda, diz Infraero
fonte :
03-Abr-2007


Para o presidente da Infraero, "toda a malha já deve estar recomposta nesta segunda por volta de 21h, 22h".
Pereira afirmou também que, com os incidentes da última sexta-feira, havia a possibilidade de o Brasil ter entrado em uma "situação dramática" com a interdição do espaço aéreo do País. "Outros países poderiam declarar o país interditado por insegurança no tráfego aéreo", disse.
Ele também explicou que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, é o comandante supremo das Forças Armadas e, portanto, "nunca quebra a hierarquia".
Os aeroportos tiveram menos filas e menos movimento neste domingo. Das 0h às 18h20, 20,4% dos vôos do País tiveram atrasos de mais de uma hora, de acordo com a Infraero. Isso significa que dos 1.127 vôos programados, 230 atrasaram. Dezoito vôos foram cancelados, o que significa um percentual de 1,6%.

No Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, dos 159 vôos programados, 42 atrasaram. Isso significa 26,4% do total de vôos que partiram e chegaram no Aeroporto. uatro vôos foram cancelados.

Em Congonhas, por sua vez, a situação está praticamente normalizada, uma vez que, dos 181 vôos previstos, apenas 9 tiveram atrasos neste domingo. O percentual é de 5,0%. Além disso, quatro vôos foram cancelados.

No Aeroporto Juscelino Kubitschek em Brasília, dos 69 vôos previstos, 22 tiveram atrasos, ou seja, 31,9%.

O Aeroporto Internacional Antonio Carlos Jobim, o Galeão, 107 vôos que estavam previstos para este domingo, 16,8% atrasaram, ou seja 18. Dois vôos foram cancelados.
O aeroporto de Cuiabá foi o único a não apresentar nenhum atraso nem cancelamentos, dos 13 previstos para hoje. No aeroporto de Curitiba, a Infraero registrou 22,5% de atrasos nos 40 vôos previstos e sem cancelamentos.
A expectativa da Infraero é que, caso os controladores de vôo continuem trabalhando e a situação se consolide, cumpra-se o que foi dito pelo presidente, e todos os aeroportos voltem ao normal até terça-feira (03/04), antes do início do feriado.

Em decorrência do acordo estabelecido na noite de sexta-feira entre o Governo Federal e os controladores de vôo, o Comando da Aeronáutica propôs que a categoria passe a exercer, independentemente da gestão militar, o controle de tráfego aéreo de natureza civil, a partir da criação de um novo órgão, diretamente subordinado ao Ministério da Defesa.

Em nota divulgada no sábado pela Aeronáutica, os militares e civis que atuam em órgãos de controle de tráfego aéreo passarão à subordinação dessa nova organização.
"A Aeronáutica continuará com sua atribuição institucional de Controle do Espaço Aéreo, cabendo ao novo órgão a ser criado o Controle da Circulação Aérea Geral", esclareceu a nota. "O Comando da Aeronáutica compreende a posição assumida pelo Governo, em face da sensibilidade do assunto para os interesses do País, principalmente no tocante à garantia da tranqüilidade do público usuário de transporte aéreo".

Entenda o que aconteceu
Nessa sexta, os controladores paralisaram os trabalhos por cerca de 5h e quase 80% dos vôos foram suspensos. O governo federal fechou acordo com os controladores de vôo na madrugada do sábado, abrindo caminho para que se atendam as principais reivindicações da categoria, que dizem respeito a transferências e afastamentos de profissionais e à desmilitarização do setor. Eles pedem ainda gratificações ao setor.

Os principais pleitos dos controladores foram tornados públicos desde novembro do ano passado, quando se iniciaram protestos contra as "más condições" de trabalho. Dos Estados Unidos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou por telefone com o vice-presidente José Alencar e com os ministros Waldir Pires (Defesa) e Paulo Bernardo (Planejamento).

A minuta de negociação foi assinada por Paulo Bernardo, designado negociador do governo, e pela secretária-executiva da Casa Civil, Erenice Guerra.

De acordo com o documento, "o governo federal abrirá um canal permanente de negociação com representantes, inclusive de controladores militares, para o aprimoramento do tráfego aéreo brasileiro, tendo como referência de início dos trabalhos a implantação gradual de uma solução civil, a partir de terça-feira, 3 de abril".

O governo assegurou também que não serão praticadas punições em decorrência da manifestação ocorrida na sexta-feira. As autoridades do setor aéreo devem se reunir com o presidente Lula nesta segunda-feira.


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