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Ler notícias Home > Notícias > Ler notícias
Ministério anuncia redução na área de pouso e decolagem de Congonhas
fonte : Agência Brasil
14-Set-2007


O ministro da Defesa, Nelson Jobim, anunciou ontem (13) mudanças no Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, onde, em julho, aconteceu o maior acidente da aviação brasileira. Com base em estudos do próprio ministério que apontaram a necessidade de que sejam criadas áreas de escape no local, o comprimento das duas pistas de Congonhas será reduzido, obrigando as empresas aéreas a readequar suas operações.

As áreas de escape reduzirão a extensão as áreas de pouso de decolagem da pistas. Desta forma, a partir de sábado (15), quando a medida entrar em vigor, empresas aéreas e pilotos terão de considerar que a pista principal tem 1.640 metros, e não mais 1.940 metros. A diferença de 300 metros será destinada às áreas de escape, que terão 150 metros em cada uma das cabeceiras.

Já a pista secundária, que hoje opera com 1.435 metros, passará a dispor de 1.195 metros. A princípio, não haverá qualquer alteração na superfície das pistas, que continuarão com as mesmas características físicas. Futuramente, as áreas poderão receber britas.

Segundo o ministro, a medida visa aumentar a segurança dos vôos com a criação de áreas que poderão ser utilizadas quando um avião tiver problemas durante o pouso ou a decolagem. A redução das pistas, no entanto, vai acarretar novas limitações às operações. A pista principal continuará com restrições em dias de chuva. Já a secundária não vai mais receber aviões de grande porte, das categorias 3 e 4.

Jobim declarou que as empresas aéreas terão de se adequar às novas dimensões das pistas. Com base nas especificações dos fabricantes das aeronaves, e considerando uma série de fatores como condições climáticas, vento e peso do avião, as companhias terão de avaliar que modelos de aeronaves se adequam às novas condições. Dessa forma, os aviões terão de operar com menos peso, o que significa dizer que a quantidade de passageiros transportados será menor.

“Ao se reduzir o espaço da pista utilizável para pouso e decolagem, deverá haver ajustamento das empresas no sentido de utilizar uma configuração e um peso de aeronave compatível com o espaço das pistas”, afirmou Jobim. Caberá à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) fiscalizar a adequação das empresas a nova realidade. Jobim disse ter se reunido hoje com representantes das empresas Gol e TAM. Segundo ele, não houve protestos das companhias.


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