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BRA suspende vôos para realizar novo aporte financeiro
fonte :
08-Nov-2007


Na última quinta-feira, o presidente da BRA renunciou ao cargo devido a divergências com outro grupo de investidores, reunidos na Brazil Air Partners, que tem entre os membros a Gávea Investimentos, do ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, e os bancos Goldman Sachs e Bank of América. O controle acionário, no entanto, ainda pertence a família Folegtatti, que detém 54;
As operações de vôos da BRA foram suspensas para concretizar um novo aporte financeiro pelos atuais acionistas da companhia, segundo informações da assessoria de imprensa da empresa.

A Associação Nacional de Aviação Civil (Anac) já havia proibido os vôos internacionais da BRA, que ofereciam as linhas para Madri, Lisboa e Milão. A empresa precisa levantar cerca de R$ 30 milhões para operar no azul. A companhia anunciou a previsão de demissão de 1.100 funcionários como medida preventiva para regularizar as operações financeiras da empresa.

Na última quinta-feira, o presidente da BRA, Humberto Folegatti, renunciou ao cargo devido a divergências com outro grupo de investidores, reunidos na Brazil Air Partners, que tem entre os membros a Gávea Investimentos, do ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, e os bancos Goldman Sachs e Bank of América. O controle acionário, no entanto, ainda pertence a família Folegtatti, que detém 54% do capital.

A companhia havia desfeito recentemente o acordo operacional com OceanAir e operava no mercado doméstico com cinco aeronaves, detendo, segundo dados até setembro, 4,60% do mercado doméstico. (Silvia Regina Rosa - InvestNews)


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